quarta-feira, 29 de março de 2017

Na tristeza e na alegria, na saúde e na doença

Vou dizer asneiras. Se não querem ler, é parar agora. 


Grandessíssima-filha-de-uma-grande-puta-da-pedra-do-rim-que-pode-ir-para-a-puta-que-a-fez-mais-as-putas -das-agulhas-e-dos-cateteres-e-das-putas-da-salas-de-espera-mais-o-caralhinho-para-esta-merda-toda. 

terça-feira, 14 de março de 2017

Não tenho a certeza se isto é sobre desporto

Soube hoje que em 1985, era eu já gente e bem fofinha até, aconteceu que 39 pessoas morreram num estádio de futebol. Alguém, sem coração nem cabeça ( nem vergonha na cara ) achou que havia decência na decisão de manter o jogo. O jogo realizou-se e o único jogador que marcou um golo, Platini, ainda o conseguiu festejar. Acho que gosto um bocadinho menos de futebol. E de pessoas. 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Rafinha vai casar #4

Voos de lua de mel marcados. Falta "só" escolher o hotel. E a vontade de fazer já as malas e ir? Não vamos falar sobre os nervos e o medo de me meter num avião e atravessar o oceano. 


Se virem o inverno, digam-lhe que estou à espera dele, sff. 

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Rafinha vai casar #3

Os convites. Foi a minha irmã quem nos deu a ideia e não podia ser mais a nossa cara. Ainda não estão prontos, mas eu já tenho a certeza de que vão ficar lindos e só por isso até me apetecia ter muitas mais pessoas no casamento do que aquelas que vou ter, só pelo prazer de entregar mais convites. A ideia é muito bonita, sim senhor, mas colocá-la em prática com as nossas reduzidas habilidades não iria ser fácil, pelo que decidimos recorrer a uma designer para nos tratar da parte gráfica da coisa, a única em que iriamos precisar de ajuda. Assim foi. Eu, a pessoa mais fácil de simpatizar com toda a gente, até simpatizei com a moça e tudo, mas havia ali qualquer coisa que não passava bem, nem com arroz nem nada. Decidimos pensar um bocadinho. E foi numa noite de Verão, com a casa cheia de amigos e a minha paciência nos limites ( 36ºC às 3h da manhã) que vi a luz. Ou melhor, vi a Marta. Conheci a Marta este Verão. É namorada de um dos padrinhos do homem. Simpatizei ao primeiro minuto. E ao longo de uma maravilhosa noite, percebi que a Marta é mesmo um doce e faz um par p'ra lá de espectacular com o doido do padrinho. Decidi nesse dia que quero ser madrinha dos primeiros dez filhos deles. Rafa, não disperses, os convites... Pois que a querida Marta se ofereceu para nos tratar dos convites e tem estado a dedicar-se a esse assunto com uma dedicação que me derrete o coração. Mal posso esperar pelo resultado final e pela expressão das pessoas quando os entregarmos aos convidados.  

vivia bem só a ver filmes