Sempre disse, em jeito de brincadeira, que uma vez que só tencionava casar uma vez na vida, ao menos que tivesse várias despedidas de solteira, sempre eram mais duas ou três festarolas a mais, dentro do espírito casamento. Ora, portantossssss, ali no meu facebook pessoal, piada aqui, troca de comentário ali, já tenho a primeira despedida de solteira marcada. Juro, a ideia não foi minha. E vai ser legen..... wait foi it....
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Este ano escrevo um livro
Começa hoje o ano em que vamos casar. Todos os dias até lá, vamos escrever num livrinho uma vez por dia, indicando porque nos amamos e/ou porque queremos casar um com o outro, ele no dele e eu no meu. Trocamos de livrinho e lemos as razões um do outro no dia do casamento. Reminder: ler o livrinho dele antes de me maquilhar.
#anodocasóriodospinguins
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
domingo, 20 de dezembro de 2015
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Dear daddy
Doeu-me ver isto. Dói-me este lado menos feliz da sorte de nascer mulher. O tal medo de ter uma menina que sofra. O tal medo de ter um menino que faça sofrer. A certeza que vou dar o meu melhor para educar o melhor que sei e posso.
Partilhar e divulgar e falar sobre isto e mudar as mentalidades até à exaustão.
Partilhar e divulgar e falar sobre isto e mudar as mentalidades até à exaustão.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
O medo
Que bom que era o tempo em que tinha medo do escuro, do fogo de artifício ( na minha infância chamavam-se foguetes ) e de cães ( que hoje adoro ). Durante muito tempo tive medo de não encontrar ninguém com quem partilhar a minha vida e acabar sozinha. Tinha medo da solidão. E isso (entre outras coisas ) levou-me a entrar e permanecer em relações pouco saudáveis, que não me faziam feliz. Imagino que à outra parte também não. Resolvi esse medo com o meu grande amigo Tempo e com outros grandes, enormes amigos que se revelaram quando eu precisei, como eu precisei. Descobri que sozinha sou feliz e com a cabeça e o coração no lugar, não poderei sentir solidão na minha companhia. E depois de encontrar maneira de ser feliz sozinha, só aceitei mudar de estado civil por alguém que merece essa honra. Done. Depois, as mortes com que tive que lidar. O medo do telefone tocar e o mundo mudar num segundo. Em fase de resolução, luta diária. Para alguém que teima em encontrar sempre o lado bom de tudo, encontrar o mau do bom devia ser considerado tempo perdido. Não sei se é. O facto é que o bom de termos pessoas queridas na nossa vida é que, de um momento para o outro, elas podem desaparecer. Medo. Pânico. Terror. Já chega. Já perdi tanta coisa, tanta gente. Por resolver, está visto. Não sei fazer lutos. Depois essa modernice do relógio biológico. A ideia de vir a ser mãe. E pimbas, surge o medo que algo de mau aconteça a um filho meu. E a maldade que há no mundo em que ele iria nascer. E a optimista que há em mim, e que gosto de pensar que sou, relembra que há tanto, tanto, tanto de bom para viver ( e porque é que te mataste, Rodrigo? ). E o medo de faltar ao meu filho. O medo de não o conseguir proteger. O medo de ele não ser feliz. Em fases mais complicadas da minha vida, berrei muitas vezes EU NÃO PEDI PARA NASCER!!!! Não pedi para nascer, a ideia não foi minha e agora tenho que fazer isto e aquilo e aquel'outro porque se lembraram que eu havia de nascer. E tu, filho? Vais querer nascer? Vais gostar disto? O medo que ele não goste. E depois encontra-se aquela pessoa que nos ama, da maneira que nós gostamos e queremos e precisamos ( e que acaba de meter a chave à porta ) e nós já aprendemos que primeiro somos nós e depois são os outros. Tal e qual a publicidade do leite matinal, se eu não gostar de mim, quem gostará?. Mas depois vem o desejo de passar a vida todinha com aquela pessoa. E se ela vai embora? E se deixa de gostar? E o medo de perder as rédeas da nossa própria felicidade, perder o controlo da vida. Colocar nas mãos de outra pessoa o nosso coração. E se ele tropeça e o deixa cair? E se a vida acha que eu ainda não levei cabeçadas suficientes? E depois olhamos para trás e já demos tantos passos. O medo de terem sido os passos errados. Passos a menos, passos a mais, caminhos errados que não nos levam onde queremos ir. O medo de não saber onde queremos ir. O medo ainda maior de não saber como lá chegar.
Foda-se. O medo. E eu até já tenho um cão.
sábado, 5 de dezembro de 2015
Facto bastante antigo mas que só agora me lembrei de partilhar
Estive três dias em Londres. Sabem quantas gotas de chuva apanhei? Três, e já a caminho do metro que me levou ao comboio que me levou ao avião que me trouxe de volta. True story.
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