quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Estão abertas as hostilidades natalícias

Não, não me enganei. Hostilidades. Está correcto. 

A vida não são só rosas e o Natal, fazendo parte da vida, não é excepção. Ainda faltam alguns dias e há questões acerca do Natal que já me andam a chatear a mona deste Agosto ( um par de estalos agora é que te caía bem, Girassol Maria, que era pra aprenderes... ). A quem eu me ia queixando desta problemática, tinha como resposta coisas como tás parva!! em Agosto e já a pensar no Natal, não tens mais nada com que te preocupar ?, deves gostar de ir à procura de problemas, mas porque é que gostas tanto de sofrer por antecipação and so one...  Não queria nada, nada mesmo, mas acontece que acertei em cheio nas merdas que me andavam a ralar e estou a dias da minha altura preferida do ano e ando numa pilha de nervos que se vê da Lua! Já desabafei. Adiante.... 
Ora, eu ainda não testei, mas tenho a certeza certezinha de que algures no meu DNA está uma instalada uma espécie de chip que me faz tender para o lado positivo das coisas. Acredito que tudo, TUDO, tem um lado positivo, se não fôr mais nada, será sempre a lição que se leva. Fascina-me a coragem, a força, a inteligência, o instinto de sobrevivência, caramba, os tomates! que é preciso ter para encarar uma situação de merda e transformá-la em algo bom. Ora, querem que eu tenha um Natal de merda menos feliz, não é? Querem ver como é que eu me vingo? Tornando o Natal, e o ano todo, melhor a alguém. Toma lá que já almoçaste! 
A partir deste ano, todas as prendas de Natal que vou oferecer vão ter uma de duas raízes: 100% Carinho ou 100% Caridade ( na catequese era assim que se dizia e a minha avó não sabia dizer solidariedade, se há diferenças entre as duas, desconheço, para mim o sentimento é o mesmo). Carinho porque sabe bem dar miminhos a alguém de quem gostamos, saborear o seu sorriso de satisfação, saber que soube bem termo-nos lembrado dessa pessoa. Caridade ( na linguagem bíblica é sinómino de Amor) porque por muitos problemas que eu tenha, alguém tem mais. Eu posso estar mal, mas alguém está pior. Se eu puder ajudar, não consigo não o fazer. Tenho pouquíssimo dinheiro para gastar em prendas e nenhum dos meus poucos cêntimos vai ser gasto em vão. Se vou ficar triste por não ter o espaço debaixo da árvore carregadinho de prendas? Não, vou ficar feliz. Tenho aquilo que muito boa alminha só sonha ter. Queixo-me do que me chateia, sim senhor,faz parte, dizem que sou refilona, mas tenho riquezas que dinheiro nenhum no mundo compra. Não há prendas compradas só porque parece mal não oferecer "qualquer coisinha". Não há prendas só para fazer número. Não há quantidade. Há qualidade e muito Amor. Algumas das prendas estão a ser feitas por mim, outras encomendadas a instituições de solidariedade. Há corações de ouro neste País que se dedicam a fazer um mundo melhor, não para eles próprios, mas para os outros. São esses que merecem a minha atenção. 
Esta fofinha aqui em baixo resume este meu desabafo na perfeição.



Haja paciência, ânimo e ferrero rocher! 

Esta semana só isto me safava






quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Quando me dá para ser lamechas ninguém me pára.

Considerem-se avisados. 

Quis o destino que certa música viesse a fazer parte da minha vida para sempre. Acho mesmo que se tornou impossível ouvi-la sem um sorriso de três metros e uma lagrimita de emoção. Estava a passar numa discoteca manhosa quando aconteceu um dos momentos mais felizes e inesquecíveis da minha vida. Nesse dia o meu coração teve que crescer. Teve mesmo. O tamanho a que ele estava habituado não tinha capacidade para albergar tanta alegria e tanto amor que estava a sentir, e desde esse dia, ainda sinto. Ora, se eu já gostava da música, hoje, a "passear" pelo facebook, passei a gostar mais. O engraçado disto é que acho a música foleira à brava, uma daquelas músicas que me antes me faria ir a correr mudar de estação de rádio, a chamada poluição sonora. Hoje a música feia ficou ainda mais bonita porque a ouvi ilustrar a beleza deste gestoSe for para acontecerem mais momentos como este, venha música de caca.

É isto

Às vezes vou na rua e recebo uma mensagem. Leio, sorrio para o telemóvel, às vezes rio às gargalhadas em plena rua, mas não faz mal, não se tem vergonha de ser feliz. Nessas alturas lembro-me disto. 



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Isto aconteceu mesmo?

Soube agora da existência desta personagem. Até agora, vivi feliz sem saber que ele existia. E agora que fui ver umas coisas dele, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: espero bem que nunca nenhuma mulher tenha vivido com ele. Já imaginaram o que seria ter este bicho em casa? E ter que o informar que acabou o fiambre e não se pode fazer uma tosta mista, por exemplo? Vi isto agora, com a distância de 30 anos e mesmo assim tive medo.