quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Quando me dá para ser lamechas ninguém me pára.

Considerem-se avisados. 

Quis o destino que certa música viesse a fazer parte da minha vida para sempre. Acho mesmo que se tornou impossível ouvi-la sem um sorriso de três metros e uma lagrimita de emoção. Estava a passar numa discoteca manhosa quando aconteceu um dos momentos mais felizes e inesquecíveis da minha vida. Nesse dia o meu coração teve que crescer. Teve mesmo. O tamanho a que ele estava habituado não tinha capacidade para albergar tanta alegria e tanto amor que estava a sentir, e desde esse dia, ainda sinto. Ora, se eu já gostava da música, hoje, a "passear" pelo facebook, passei a gostar mais. O engraçado disto é que acho a música foleira à brava, uma daquelas músicas que me antes me faria ir a correr mudar de estação de rádio, a chamada poluição sonora. Hoje a música feia ficou ainda mais bonita porque a ouvi ilustrar a beleza deste gestoSe for para acontecerem mais momentos como este, venha música de caca.

É isto

Às vezes vou na rua e recebo uma mensagem. Leio, sorrio para o telemóvel, às vezes rio às gargalhadas em plena rua, mas não faz mal, não se tem vergonha de ser feliz. Nessas alturas lembro-me disto. 



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Isto aconteceu mesmo?

Soube agora da existência desta personagem. Até agora, vivi feliz sem saber que ele existia. E agora que fui ver umas coisas dele, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: espero bem que nunca nenhuma mulher tenha vivido com ele. Já imaginaram o que seria ter este bicho em casa? E ter que o informar que acabou o fiambre e não se pode fazer uma tosta mista, por exemplo? Vi isto agora, com a distância de 30 anos e mesmo assim tive medo. 


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Keep calm que nós estamos aqui

há dias em que me apetece ser ladra. Da tristeza e dos problemas de algumas pessoas. Hoje é um desses dias. Desde o telefonema que recebi há horas, tenho, por um lado, o coração mais pequenino, encolhido de tristeza, por outro, ele expande para nele caber a esperança de que tudo vai ficar. EU SEI que tudo vai ficar bem.   Há-de passar, comadre, há-de passar. E depois vais olhar pelo espelho retrovisor e respirar de alívio. Devia ser obrigatório haver um máximo legal de sofrimento que uma pessoa teria por ano. E por vida também. Enquanto esse respirar de alívio não chega, é bom lembrarmo-nos disto: